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Nos dias atuais, a preocupação com a sustentabilidade é algo presente nas escolas. Divulgar e implementar as chamadas iniciativas verdes é um desafio enfrentado pelos educadores: afinal, como conscientizar os jovens acerca da importância da preservação do meio ambiente? E como estimulá-los a colocarem em prática estas ações fora do meio escolar?

É o que estamos tentando fazer na Escola Municipal Dr. Gladsen Guerra de Rezende, no bairro Canaã, em Uberlândia-MG, onde leciono História para as turmas finais do Ensino Fundamental desde março (já contei antes aqui no blog que sou professora). No início do 2º semestre, motivado pela preocupação com o grande volume de lixo produzido pelos estudantes, a direção da escola, juntamente com o corpo docente, desenvolveu um projeto multidisciplinar para incentivar a educação ambiental, evitar o desperdício e promover a conservação patrimonial. É o Projeto de Preservação do Patrimônio Público.

Uma das estratégias adotadas neste projeto foi a seguinte: em uma segunda-feira do mês de agosto, cada sala de aula recebeu um saco preto, onde o lixo deveria ser descartado; o saco era recolhido no final do turno e devolvido na manhã seguinte; na sexta-feira, todos os sacos foram pesados perante todos os alunos, para que eles soubessem qual sala tinha produzido o maior volume de lixo. O lixo também foi analisado, e algumas orientações foram passadas aos estudantes, como por exemplo a ideia de aproveitar os papeis descartados (muitas vezes folhas de caderno com pouquíssimas linhas utilizadas) para montar bloquinhos de rascunho, com a sugestão, inclusive, de levar este bloquinhos para seus pais.

Nesta ação, os alunos também foram informados que a escola adotaria a coleta seletiva na própria sala de aula: um recipiente para lixo úmido – a ou “Ki Nojo“, como ele foi apelidado –  e outro para lixo seco – chamado pela escola de “resíduo reaproveitável“. Todos os professores orientaram os alunos sobre a correta utilização dos recipientes. Veja como eles ficaram:

Coleta seletiva dentro da sala de aula.


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Adoraria que meu dia tivesse, no mínimo, 36 horas – se os patrões não soubessem das horas a mais, elas iam ser de grande valia, sem dúvida. Existe algum ser humano que consiga fazer tudo o que precisa em míseras 24 horas diárias? Creio que não. E este é o meu caso.

Provavelmente, ao ler esta queixa, você pode pensar: certamente ela é desorganizada, o que falta é organização e planejamento. Ledo engano, caro(a) leitor(a). Sou metódica e organizada, costumo planejar minhas atividades. Pode ser que meu problema esteja relacionado àquela velha frase “não queira abraçar o mundo com as pernas”. Ou então, seja apenas a “síndrome da Mulher Maravilha da periferia”: aquela tem que fazer vários trabalhos ao mesmo tempo para se garantir. Ou, talvez, seja uma mistura dos dois.

Estou dizendo isso porque, mais uma vez, quase não fiz postagens. É a segunda vez que o Funcionária ficou às moscas (quem passou por aqui deve ter estranhado a falta de postagens). Tempo escasso, muito trabalho, estas são as desculpas de praxe. Da outra vez que escrevi para dizer que não tinha tempo de escrever – essa é boa! – , a culpa foi do concurso para o qual eu estava me preparando.

E fiz a prova deste concurso em meados de fevereiro. Ainda bem que consegui fazer mais do que a pontuação mínima para garantir a leitura de minha redação. Agora, resta esperar o resultado dos recursos – pois todo concurso público que se preze tem um mooonte de recursos, claro – , a chamada para a prova de títulos e, finalmente, a classificação final. Dá para imaginar a minha ansiedade e aflição?

Não que a minha vida dependa do resultado desta prova – não foi a primeira nem é a última que pretendo prestar -, mas se eu conseguir a vaga já será o primeiro passo de uma guinada em minha vida profissional. Afinal, quem não deseja ganhar mais trabalhando menos? Assim, sobra tempo para desenvolver outros projetos e… trabalhar mais!

Enquanto isso, continuo a correria nossa de cada dia, aguardando o resultado, investindo em meus projetos paralelos e, sempre que possível, postando aqui no Funcionária.

Até logo!