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O desfecho da confraternização de meu trabalho: cheguei ao local do jantar de carona com a chefia (que veio me buscar NA PORTA DE CASA devido à chuva!),  e fiquei realmente emocionada com as pessoas que me presentearam no Amigo Oculto (pois é, eu participei não de UM Amigo Oculto, mas sim de DOIS!). Emocionada não somente com os presentes recebidos (que me agradaram em cheio!), mas com as palavras que elas disseram sobre mim durante a revelação. E descobri que, às vezes, pessoas se importam com a gente, mesmo que não tenhamos noção disso.

Obrigada!

É tempo de comemorar! Mas... Comemorar o quê, mesmo?

É tempo de comemorar! Mas... Comemorar o quê, mesmo?

É época de confraternização no trabalho, sempre! Não importa o tamanho da empresa, todas fazem Amigo Oculto, jantar de confraternização e coisas do gênero.

É época de engolir, mais uma vez, os sapos já engolidos durante o ano todo, vestir a sua máscara, estampar seu melhor sorriso e ir à festa. Afinal,  que você tem para confraternizar, se mal conhece as pessoas com quem trabalha?

A agonia antecede a festa; ela se inicia no momento do sorteio do “amigo”. Oh meu Deus, ajudai-me nesta hora crucial, fazei com que eu não saia com meu chefe! Coisa difícil essa de dar presente, tarefa quase impossível até mesmo quando se elabora uma “lista de sugestões”, principalmente se o convívio se restringe ao local de trabalho. Se a pessoa pede uma blusa ou sapato, e você só a vê de camiseta e tênis, como adivinhar seu gosto e não errar na escolha?

Pior do que encarar um sorriso amarelo quando o presenteado abre o presente que você – arduamente escolhido, não se esqueça! – lhe ofereceu, é ter você próprio que disfarçar o embaraço ao abrir um presente que não tem absolutamente NADA a ver seu gosto. E não participar do tal Amigo Secreto é ainda pior: vai ser lembrada sempre como uma pessoa anti-social.

Quando chega o dia da revelação e da confraternização… A vontade de arrumar uma desculpa e não comparecer é grande. Mas também pode acontecer de você se decidir a ir, para evitar olhares tortos, e REALMENTE acontecer algo que lhe impeça de ir ao encontro da “turma de trabalho”.

Daqui a pouco é a minha confraternização. Local escolhido: contramão para uma pessoa sem condução como eu. E, para completar, lá fora cai a chuva que São Pedro economizou durante meses…

Ó céus!!! Droga de festas de fim de ano!!!