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Há um ano, a editora Lua de Papel lançou “Jane Austen: A Vampira”, de Michael Thomas Ford, cujo enredo coloca a clássica autora como protagonista de uma história fantástica: a autora do século XVIII não morreu, é uma vampira e dona de uma livraria em uma pequena cidade nos EUA.

A princípio, o livro não me despertou interesse, nem os outros títulos da coleção, apesar de ter lido ótimas resenhas sobre eles em blogs literários. Mas na semana passada, ao visitar uma feira de livros e encontrá-los em promoção, não resisti e adquiri este exemplar. Foi uma decisão feliz: devorei as 303 páginas do livro em poucas horas. E gostei!

Esta é a história: Jane Austen – ou melhor, Jane Fairfax – é proprietária de uma livraria em Brakeston, nos EUA. Ela se surpreende com o sucesso que seus livros ainda fazem, e fica decepcionada por não poder receber seus direitos autorais, enquanto muita gente pega carona em sua fama ao escrever diversos livros de autoajuda baseados em sua obra. Apesar disso, ela ainda tem um livro inédito, mas ele tem sido sistematicamente rejeitado pelas editoras.

Sua vida pacata e solitária sofre uma reviravolta quando três coisas acontecem simultaneamente: ela se descobre apaixonada por Walter, um simpático empreiteiro que restaura casas antigas; Lorde Byron, seu antigo amor e algoz reaparece em sua vida; seu livro finalmente é publicado.

A partir daí, sua vida não será mais a mesma, e seu grande segredo não está mais a salvo.

Divertido, leve e original, o livro termina e deixa um gostinho de quero mais. Quero, agora, ler a obra de Jane Austen e conhecer outros títulos desta coleção.

Recomendo!

 

 

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Seria a sedução uma qualidade intrínseca de toda mulher? Para a consultora feminina francesa La Baronne – que também atua como escritora, roteirista e treinadora, dentre outras atividades – a sedução é um talento que pode ser desenvolvido por qualquer mulher. E são estas técnicas que ela se dispõe a revelar em seu livro “Hitch Girl: Expert em Sedução“, lançado no Brasil em fevereiro pela Lua de Papel / Leya. Na França, o livro já vendeu mais de 500 mil exemplares.

Mas não se engane ao pensar que o livro é um mero guia que ensina como ter os homens aos seus pés. Pelo contrário, ele ensina como ter todas as pessoas aos seus pés. Afinal, se uma mulher quer se tornar sedutora, ela deve aprender a ser mais decidida e poderosa, qualidades que são adquiridas somente quando o que é mais importante já foi conquistado: a autoestima. Leia o resto deste post »

O ano de 2010 já terminou e 2011 está na área, cheio de boas promessas para todos nós (pelo menos, assim esperamos!). No primeiro post do ano, resolvi fazer uma retrospectiva do que marcou minha leitura em 2010. Acompanhe!

 

1- Chick lit: minha paixão assumida

Em 2010, declarei meu amor aos livros de mulherzinha. Marian Keyes reinou quase absoluta em meus momentos de folga! Li todos os seus livros, falta apenas o “Cheio de Charme”, lançado em novembro pela Editora Bertrand. Por enquanto, seu preço está “salgado” para meu bolso (R$59,00). Também descobri Sophie Kinsella, dona de uma narrativa leve e descontraída: diverti-me com a saga da compradora maluquinha Becky Bloom, emocionei-me com o “Lembra de Mim?”, ri com as trapalhadas de “O Segredo de Emma Corrigan” e passei o tempo com “Samantha Sweet, a Executiva do Lar” (este foi o mais fraquinho, em minha opinião), faltou apenas ler “Menina de Vinte”. Li, ainda, Lauren Weisberger (“O Diabo Veste Prada” e “À Caça de Harry Winston”) e as aventuras da fofinha Heather Wells, criada por Meg Cabot.

O engraçado é que viciei minha mãezinha em chick lit. Portanto, sempre que leio algo do gênero, levo para ela. Até mamãe está ansiosa para ler o último de Keyes, hehehe!

 

2- Descobri a literatura sueca

Essa descoberta foi meio tardia, mas antes tarde do que nunca, não? Graças aos blogs literários, conheci a Trilogia Millenium (Companhia das Letras), de Stieg Larsson, e maninho me deu de presente os três livros em julho passado. Só em setembro me aventurei nas muitas páginas de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” e logo a história do jornalista obstinado Mikael Blomkvist e sua parceira, a enigmática hacker Lisbeth Salander, prendeu-me por completo. Não precisei de um mês para concluir a leitura dos volumes seguintes, “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”. A Trilogia Millenium agora faz parte da lista de meus livros favoritos!

Em dezembro, li outro livro sueco, que escolhi após ganhar uma promoção na Loja do Altivo: foi o cruel “Box 21” (Editora Planeta), dos suecos Borge Hellström (ex-criminoso que se dedica a reabilitar jovens delinquentes e dependentes químicos) e Anders Roslund (jornalista). Ao narrar a história de Lydia Grajauskas e Alena Sljusareva, os autores descortinam o mundo bárbaro da escravidão sexual existente na Europa. É preciso ter estômago forte para encarar este romance policial, mas recomendo a leitura.

 

3- Re-descobri as biografias

Na minha fase pré-adolescente, adorava ler biografias. Não me importava nem se a pessoa do livro era conhecida, simplesmente eu gostava de conhecer sobre a vida alheia. Mas logo a paixão esfriou… Lembro-me de ter lido somente uma biografia em minha fase adulta, a de Eric Clapton, um de meus cantores favoritos. Em outubro, ao ser sorteada em uma promoção da Editora Fundamento, escolhi o livro “Adeus, China”, que já resenhei aqui no blog.

Fiquei tão animada que pretendo retomar este tipo de leitura. A primeira biografia de 2011 será a de Billie Holiday, da L&PM Pocket, que comprei essa semana.

 

4- Li a saga Crepúsculo

E não gostei! Ok, se eu fosse adolescente, certamente seria uma grande fã do meloso romance de Bella Swan e Edward Cullen, mas como já passei da adolescência há muito tempo, a história não fez muito a minha cabeça. Li todos os volumes por uma questão de curiosidade (sim, eu queria saber como ela terminava, e torcia pelo lobisomen, kkk). Ah, também assisti os filmes!

 

5- Perdi o preconceito com os livros de autoajuda

Torcia o nariz para livros de autoajuda. Sempre fui da opinião de que essa categoria só ajuda aos seus autores, que vendem muito e ganham bem com seus livros. Entretanto, como trabalho com Gestão de Pessoas, deixei o preconceito de lado e me rendi aos gurus do pensamento positivo: Augusto Cury é o número 1 na minha preferência!

Uma grata surpresa foi o livro de autoajuda empresarial “O Executivo sem Culpa” , de João Ermida, que recebi da editora parceira do blog, a Lua de Papel. A resenha sai ainda este mês aqui no Funcionária!

E continuo querendo ler “Mulheres, Comida & Deus” (Lua de Papel), de Geneen Roth, como já falei neste post. E dá-lhe autoajuda!

 

6- Livros X seriados

Li todos os livros das séries Gossip Girl e Garota It só para confirmar que prefiro o seriado Gossip Girl. Primeira vez que, na minha opinião, gosto mais da versão adaptada dos livros do que dos originais (sim, sou fã de Gossip Girl, algum problema?).

 

Estas não foram minhas únicas leituras em 2010, um dos anos em que mais li em toda a minha vida, mas foram as mais marcantes. Afinal, existem coisas melhores que um livro?

E você, quais livros marcaram sua vida em 2010?

Até logo!

 

Faltam somente 5 dias para acabar o prazo do desafio da Lua de Papel no Twitter para chegar aos 5 mil seguidores. Se o desafio for alcançado até o dia 29 de novembro, a editora vai sortear, entre todos os participantes da promoção, uma Biblioteca Lua de Papel, com todos os livros publicados pela Lua de Papel neste 1 ano de Brasil.

Quer participar? É muito fácil!

 

1º) Siga o perfil da Lua de Papel no Twitter: @luadepapel_BRA.

2º) Dê RT na frase: #Promoção 5000 seguidores da @luadepapel_BRA – Esta coleção eu mereço! – http://migre.me/1QHf5

3º) Divulgue bastante para que a gente consiga os 5 mil seguidores e o sorteio seja feito!

Boa sorte pra todos nós, porque eu também estou participando, hehehe!

Até logo!



Ok, sei que já tenho uma quantidade considerável de livros para ler, como postei recentemente, mas agora tenho um novo “quero muito ler esse livro”. O que me surpreendeu foi o fato de um release ter me chamado a atenção, pois geralmente sou mais atraída por resenhas e indicações de pessoas que tenham um gosto semelhante ao meu.

Mas ao ler sobre “Mulheres, Comida e Deus“, da autora Geneen Roth, senti que realmente PRECISO ler esse livro. Não é frescura nem exagero, mas o livro fala sobre a relação entre o que comemos e nossas emoções. Muito útil para uma pessoa que, há exatos 2 anos, foi diagnosticada com compulsão alimentar.

É chato falar sobre o assunto, e mais chato ainda o tratamento: antidepressivo e terapia. Sem grana para psicóloga, a endocrinologista receitou o antidepressivo para controlar os famosos episódios de “assaltar” a geladeira e comer até passar mal – literalmente, pois o comedor compulsivo come em exagero, passa mal fisicamente e emocionalmente, pois a culpa que sentimos depois é proporcional à quantidade de calorias ingeridas.

Não aguentei tomar o antidepressivo nem por 2 meses, pois os efeitos colaterais foram insuportáveis (taquicardia, zumbido, visão turva). Abandonei o remédio e tentei terapia em grupo virtual no CCA (Comedores Compulsivos Anônimos), em reuniões realizadas pelo MSN. Participei de algumas, mas depois abandonei. Falta de força de vontade total.

Hoje, os ataques de comilança estão mais espaçados. Só quando a ansiedade e a pressão estão grandes demais é que eles acontecem – olha a emoção interferindo na alimentação! Entretanto, ainda uso a comida como compensação: se estou feliz, mereço comer aquela pizza caprichada para comemorar, se estou arrasada, mereço um doce, porque ninguém é de ferro…

Segundo o release da obra,”a autora traça a relação entre nossos sentimentos não digeridos e situações mal resolvidas com a comida. Afinal, só deveríamos comer o que temos vontade quando estamos com fome; da mesma maneira que, quando não estamos com fome, devíamos apenas nos permitir sentir o que realmente estamos sentindo, ao invés de atacar a geladeira”.  E continua: “Esconder nossos sentimentos na comida nunca é a solução dos nossos problemas. Geneen acredita que nosso relacionamento com a comida, por mais conflituoso que seja, é a porta para a liberdade”.

Eu realmente preciso encontrar essa “porta para a liberdade”: convivo com esse transtorno desde a adolescência, oscilando de peso e de humor por conta disso. Vou ler e espero, quem sabe, que ele me ajude a alcançar meu ponto de equilíbrio, afinal, estou “somente” 30 kg acima do peso…

Quem diria que um release me faria desabafar sobre um assunto que considero um tabu? Para quem se interessou, o livro é lançamento do selo Lua de Papel, tem 192 páginas e preço médio de R$ 34,90 (pesquisei agora no Americanas.com e hoje teve início sua venda, com valor promocional de R$27,90, vou pedir o meu em agosto).

Assim que ler, conto aqui minha experiência com ele.

Até logo!