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A culpa é do John Green por eu indicar a leitura deste livro (livro, não, um pequeno tesouro de 283 páginas). A culpa é de Hazel Grace e Augustus Waters, o casal apaixonante e apaixonado cujas vidas nos atraem para a leitura desta história, e que permanecem em nossas mentes mesmo quando o livro termina. Casal que dá um tapa na cara – com muita inteligência e sagacidade – de quem adora reclamar da vida enquanto só tem motivos para agradecer.

Mas não se engane: não se trata de um romance convencional, e sim de um amor adolescente e sincero, ingênuo e arrebatador, que nasce em um momento tão difícil e improvável. É uma história comovente e inspiradora, habilmente contada pelas palavras de um autor pelo qual acabei de me apaixonar.

Recomendação para a leitura: mantenha ao alcance das mãos uma caixa de lenços de papel e uma caneta para destacar os incontáveis trechos que vai querer destacar – se for um purista que não gosta de macular seus livros, apele para um bloco de post-it.

Grau de urgência da leitura: 5.

Por que ainda está lendo este texto? Vá logo ler este livro!

a culpa é das estrelas

“(…) meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.” (p. 235)

 

Ficha técnica:

Livro: A culpa é das estrelas

Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Ano: 2012

Páginas: 288

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Ganhei um sorteio no Twitter da @Record_Promo como falei no post anterior. Eu, louca por livros e apaixonada por chick lit, vibrei ao receber dois lançamentos e bati um recorde neste fim de semana: dois livros lidos e resenhados em menos de 48 horas! Sim, pois os recebi no fim da tarde da sexta-feira e, hoje, tarde de domingo, já li e resenhei ambos. Afinal, desde julho eu não me fartava com meu chick lit adorado (falta de tempo e falta de livros também, já que o último que comprei foi “Cheio de Charme”, resenhado aqui).

Após devorar “Mini Becky Bloom”, foi a vez de “Uma Noite no Chateau Marmont” (Editora Record, 491 páginas), de Lauren Weisberger , autora do magnífico “O Diabo Veste Prada” (além de “Todo mundo que vale a pena conhecer” e “À caça de Harry Winston”, que são um pouco mais fracos que sua primeira obra).

O livro narra a história de Brooke e Julian, casados há 5 anos: ela, uma nutricionista que se desdobra em dois empregos para sustentar o casal, enquanto Julian se dedica à sua carreira de músico. Após anos de persistência, tocando em barzinhos de Nova Iorque, ele finalmente consegue um contrato com a gravadora Sony, o que ainda não significa o término de seus problemas financeiros e o desejado alcance do sucesso. Sua família é rica, porém conta somente com o apoio incondicional de sua esposa, que se apaixonou ao vê-lo cantar e tocar piano em um bar. Leia o resto deste post »

A capa é um luxo!

Sophie Kinsella é uma de minhas autoras prediletas de chick lit desde que li “Os delírios de consumo de Becky Bloom”. Impossível não se divertir com as trapalhadas da consumista mais famosa da literatura. Depois dele, li a saga toda: “Becky Bloom: delírios de consumo na 5ª Avenida”, “As listas de casamento de Becky Bloom”, “A irmã de Becky Bloom” e “O chá de bebê de Becky Bloom” (admito que também li outros livros de Sophie, como “O segredo de Emma Corrigan”, “Lembra de mim?” e “Samantha Sweet, executiva do lar”).

Na semana passada, em uma promoção no Twitter da @Record_Promo, ganhei o lançamento da série Becky Bloom: “Mini Becky Bloom – Tal Mãe, Tal Filha” (Editora Record, 539 páginas). Recebi o prêmio ontem à tarde (junto com “Uma Noite no Chateau Marmont”, de Laura Weisberger) e hoje cedo já tinha devorado o livro todo. É tão divertido que não consegui parar de ler! Arrisco-me a dizer que foi o melhor livro da série até agora (espero que venham outros, porque sei que a Becky ainda tem muita coisa para aprontar, hehe!).

Minnie, a filha de Becky, já está com dois anos de idade, e o seu comportamento dá sinais de que ela puxou à mãe: adora compras, além de ser dona de uma personalidade forte e decidida. Leia o resto deste post »

Finalmente, no mês de julho, pude ler o último livro de Marian Keyes: “Cheio de Charme”, lançado em novembro do ano passado. O preço do lançamento estava um pouco salgado (R$ 59,00), por isso esperei que entrasse em promoção (paguei R$ 29,90 em uma promoção no Submarino). Valeu a pena esperar tanto, pois este, em minha opinião, é o melhor livro que já li da autora.

A princípio, imaginei que sentiria muita falta das aventuras das irmãs Walsh. Engano meu. O enredo é protagonizado por quatro mulheres tão distintas que torna quase impossível acreditar que as histórias irão se cruzar em algum ponto. Entretanto, a consultora de estilo Lola Daly, a jornalista Grace Gildee, a dona de casa marnie Hunter e Alicia Thornton têm um ponto em comum em suas vidas conturbadas: Paddy de Courcy, o político e solteirão mais cobiçado da Irlanda.

Lola tem seu coração partido por Paddy ao saber, através da imprensa, que ele vai se casar. O detalhe é que ela era sua namorada, mas não era a noiva. Leia o resto deste post »

Há um ano, a editora Lua de Papel lançou “Jane Austen: A Vampira”, de Michael Thomas Ford, cujo enredo coloca a clássica autora como protagonista de uma história fantástica: a autora do século XVIII não morreu, é uma vampira e dona de uma livraria em uma pequena cidade nos EUA.

A princípio, o livro não me despertou interesse, nem os outros títulos da coleção, apesar de ter lido ótimas resenhas sobre eles em blogs literários. Mas na semana passada, ao visitar uma feira de livros e encontrá-los em promoção, não resisti e adquiri este exemplar. Foi uma decisão feliz: devorei as 303 páginas do livro em poucas horas. E gostei!

Esta é a história: Jane Austen – ou melhor, Jane Fairfax – é proprietária de uma livraria em Brakeston, nos EUA. Ela se surpreende com o sucesso que seus livros ainda fazem, e fica decepcionada por não poder receber seus direitos autorais, enquanto muita gente pega carona em sua fama ao escrever diversos livros de autoajuda baseados em sua obra. Apesar disso, ela ainda tem um livro inédito, mas ele tem sido sistematicamente rejeitado pelas editoras.

Sua vida pacata e solitária sofre uma reviravolta quando três coisas acontecem simultaneamente: ela se descobre apaixonada por Walter, um simpático empreiteiro que restaura casas antigas; Lorde Byron, seu antigo amor e algoz reaparece em sua vida; seu livro finalmente é publicado.

A partir daí, sua vida não será mais a mesma, e seu grande segredo não está mais a salvo.

Divertido, leve e original, o livro termina e deixa um gostinho de quero mais. Quero, agora, ler a obra de Jane Austen e conhecer outros títulos desta coleção.

Recomendo!