A capa é um luxo!

Sophie Kinsella é uma de minhas autoras prediletas de chick lit desde que li “Os delírios de consumo de Becky Bloom”. Impossível não se divertir com as trapalhadas da consumista mais famosa da literatura. Depois dele, li a saga toda: “Becky Bloom: delírios de consumo na 5ª Avenida”, “As listas de casamento de Becky Bloom”, “A irmã de Becky Bloom” e “O chá de bebê de Becky Bloom” (admito que também li outros livros de Sophie, como “O segredo de Emma Corrigan”, “Lembra de mim?” e “Samantha Sweet, executiva do lar”).

Na semana passada, em uma promoção no Twitter da @Record_Promo, ganhei o lançamento da série Becky Bloom: “Mini Becky Bloom – Tal Mãe, Tal Filha” (Editora Record, 539 páginas). Recebi o prêmio ontem à tarde (junto com “Uma Noite no Chateau Marmont”, de Laura Weisberger) e hoje cedo já tinha devorado o livro todo. É tão divertido que não consegui parar de ler! Arrisco-me a dizer que foi o melhor livro da série até agora (espero que venham outros, porque sei que a Becky ainda tem muita coisa para aprontar, hehe!).

Minnie, a filha de Becky, já está com dois anos de idade, e o seu comportamento dá sinais de que ela puxou à mãe: adora compras, além de ser dona de uma personalidade forte e decidida. Nossa heroína às avessas achou que ser mãe seria fácil, mas nunca consegue dizer não à filha, principalmente quando a insistência da garota vem acompanhada de cenas de birra. Luke está preocupado com o fato de o casal não conseguir controlar a garotinha, e sugere que tentem o auxílio de uma governanta e até de Nanny Sue, uma especialista em comportamento infantil que tem um famoso programa na TV.

Mas os problemas com a filha não são os únicos na vida da família. Eles ainda não conseguiram comprar sua casa, por isso continuam morando na casa dos pais de Becky. Luke está enfrentando um período difícil na vida pessoal – perdeu uma pessoa muito importante em sua família – e profissional – uma grave crise financeira desencadeada pela falência de um importante banco, que obriga todos controlarem seus gastos e agirem com cautela.

Controlar gastos? Cautela? Essas não são palavras fáceis para Becky colocar em prática. Porém, a crise a estimula a criar alternativas para continuar atraindo suas clientes na The Look, a loja de departamentos na qual trabalhar como personal shopper, pois todos querem evitar compras neste período de instabilidade econômica. Até ela prometeu ao marido que não iria fazer compras enquanto não vestisse todas as roupas de seu armário! Será que ela vai conseguir?

Para aumentar a confusão, Becky decide organizar uma festa surpresa de aniversário para Luke – justo ele, que não comemora a data! Mas como organizar tudo sem dinheiro para os preparativos? Becky vai precisar da ajuda de um verdadeiro exército para isso: Bonnie (a fiel assistente de Luke), Suze (sua melhor amiga), Janice (a vizinha de sua mãe) e Elinor. Será que envolver a mãe de Luke nessa história será uma boa ideia?

Prepare-se para um livro leve, divertido e inteligente. Gosto do estilo de Sophie porque ela consegue contar as histórias sem deixá-las com um ar de futilidade. Pelo menos, é assim que vejo a autora.

E você, gosta de Becky Bloom? Quais livros já leu?

Recomendo!

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