O ano de 2010 já terminou e 2011 está na área, cheio de boas promessas para todos nós (pelo menos, assim esperamos!). No primeiro post do ano, resolvi fazer uma retrospectiva do que marcou minha leitura em 2010. Acompanhe!

 

1- Chick lit: minha paixão assumida

Em 2010, declarei meu amor aos livros de mulherzinha. Marian Keyes reinou quase absoluta em meus momentos de folga! Li todos os seus livros, falta apenas o “Cheio de Charme”, lançado em novembro pela Editora Bertrand. Por enquanto, seu preço está “salgado” para meu bolso (R$59,00). Também descobri Sophie Kinsella, dona de uma narrativa leve e descontraída: diverti-me com a saga da compradora maluquinha Becky Bloom, emocionei-me com o “Lembra de Mim?”, ri com as trapalhadas de “O Segredo de Emma Corrigan” e passei o tempo com “Samantha Sweet, a Executiva do Lar” (este foi o mais fraquinho, em minha opinião), faltou apenas ler “Menina de Vinte”. Li, ainda, Lauren Weisberger (“O Diabo Veste Prada” e “À Caça de Harry Winston”) e as aventuras da fofinha Heather Wells, criada por Meg Cabot.

O engraçado é que viciei minha mãezinha em chick lit. Portanto, sempre que leio algo do gênero, levo para ela. Até mamãe está ansiosa para ler o último de Keyes, hehehe!

 

2- Descobri a literatura sueca

Essa descoberta foi meio tardia, mas antes tarde do que nunca, não? Graças aos blogs literários, conheci a Trilogia Millenium (Companhia das Letras), de Stieg Larsson, e maninho me deu de presente os três livros em julho passado. Só em setembro me aventurei nas muitas páginas de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” e logo a história do jornalista obstinado Mikael Blomkvist e sua parceira, a enigmática hacker Lisbeth Salander, prendeu-me por completo. Não precisei de um mês para concluir a leitura dos volumes seguintes, “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”. A Trilogia Millenium agora faz parte da lista de meus livros favoritos!

Em dezembro, li outro livro sueco, que escolhi após ganhar uma promoção na Loja do Altivo: foi o cruel “Box 21” (Editora Planeta), dos suecos Borge Hellström (ex-criminoso que se dedica a reabilitar jovens delinquentes e dependentes químicos) e Anders Roslund (jornalista). Ao narrar a história de Lydia Grajauskas e Alena Sljusareva, os autores descortinam o mundo bárbaro da escravidão sexual existente na Europa. É preciso ter estômago forte para encarar este romance policial, mas recomendo a leitura.

 

3- Re-descobri as biografias

Na minha fase pré-adolescente, adorava ler biografias. Não me importava nem se a pessoa do livro era conhecida, simplesmente eu gostava de conhecer sobre a vida alheia. Mas logo a paixão esfriou… Lembro-me de ter lido somente uma biografia em minha fase adulta, a de Eric Clapton, um de meus cantores favoritos. Em outubro, ao ser sorteada em uma promoção da Editora Fundamento, escolhi o livro “Adeus, China”, que já resenhei aqui no blog.

Fiquei tão animada que pretendo retomar este tipo de leitura. A primeira biografia de 2011 será a de Billie Holiday, da L&PM Pocket, que comprei essa semana.

 

4- Li a saga Crepúsculo

E não gostei! Ok, se eu fosse adolescente, certamente seria uma grande fã do meloso romance de Bella Swan e Edward Cullen, mas como já passei da adolescência há muito tempo, a história não fez muito a minha cabeça. Li todos os volumes por uma questão de curiosidade (sim, eu queria saber como ela terminava, e torcia pelo lobisomen, kkk). Ah, também assisti os filmes!

 

5- Perdi o preconceito com os livros de autoajuda

Torcia o nariz para livros de autoajuda. Sempre fui da opinião de que essa categoria só ajuda aos seus autores, que vendem muito e ganham bem com seus livros. Entretanto, como trabalho com Gestão de Pessoas, deixei o preconceito de lado e me rendi aos gurus do pensamento positivo: Augusto Cury é o número 1 na minha preferência!

Uma grata surpresa foi o livro de autoajuda empresarial “O Executivo sem Culpa” , de João Ermida, que recebi da editora parceira do blog, a Lua de Papel. A resenha sai ainda este mês aqui no Funcionária!

E continuo querendo ler “Mulheres, Comida & Deus” (Lua de Papel), de Geneen Roth, como já falei neste post. E dá-lhe autoajuda!

 

6- Livros X seriados

Li todos os livros das séries Gossip Girl e Garota It só para confirmar que prefiro o seriado Gossip Girl. Primeira vez que, na minha opinião, gosto mais da versão adaptada dos livros do que dos originais (sim, sou fã de Gossip Girl, algum problema?).

 

Estas não foram minhas únicas leituras em 2010, um dos anos em que mais li em toda a minha vida, mas foram as mais marcantes. Afinal, existem coisas melhores que um livro?

E você, quais livros marcaram sua vida em 2010?

Até logo!

 

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