Aluguei este filme um tanto receosa em relação à atuação de Robert Pattinson, o galã da saga Crepúsculo: ao contrário da maioria da população feminina, não acho o vampiro Edward nada atraente, para mim, ele é muito sonso. E já tinha assistido outro filme com Pattinson, “Uma Vida sem Regras”, que detestei, tanto o roteiro quanto sua interpretação.

“Lembranças” foi uma boa surpresa: um drama que conta a história de Ally que, aos 10 anos de idade, viu sua mãe ser assassinada em um metrô de Nova Iorque, e Tyler, cujo irmão mais velho se suicidou no dia em que fazia 22 anos. O pai de Ally é um policial que nunca mais se casou, e sufoca a filha com seus cuidados excessivos. Tyler, por sua vez, não tem uma boa relação com seu pai, já que após o divórcio ele sempre pareceu não se importar muito com o rapaz e sua filha caçula.

Dez anos após esses acontecimentos, as vidas destes dois personagens se cruzam e eles iniciam um relacionamento amoroso, enquanto tentam administrar seus dramas familiares.

Parece um enredo fraco? Também achei que seria. Mas o filme tem seus bons momentos, como o amor incondicional que Tyler dedica à sua irmã, uma garota prodígio de apenas 11 anos.

O final, porém, é surpreendente, e faz o filme valer a pena. O que acontece, não posso contar. Não sou estraga-prazeres…

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